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Com medo de ter seus dados vazados? Confira as dicas do especialista em Segurança da Informação do Grupo Nide, Felipe Silva

Não é de hoje que o mundo cada vez mais conectado facilitou a vida de todos que buscam informações sobre variados assuntos. Essa facilidade abriu possibilidades a dados que outrora levavam horas ou dias para serem recebidos. O constante crescimento da velocidade de conectividade garante que essa tendência de consumo e entrega sejam reduzidos cada vez mais.

O artigo de hoje foi produzido pelo Especialista em Segurança da Informação, Felipe Silva. Felipe é formado em desenvolvimento de sistemas e pós-graduado em recursos tecnológicos que garantem ambientes seguros. Atuando a mais de 10 anos no ramo tecnológico Felipe conta com mais de 90 mil seguidores em seu Instagram (@felipesaj) onde aborda sobre segurança da informação, redes, programação e gamers. Felipe também integra o time do Nide Talentos com diversos outros especialistas em áreas relacionadas a educação e carreira.

Porém, nem tudo são flores, como sempre, a tecnologia é uma grande aliada para os bons fins, mas ainda assim, tem o viés que busca utilizar a mesma para o mal, buscando falhas para lograr êxito em informações privadas e confidenciais. E no mundo de hoje, ter determinadas informações valem dinheiro e posições estratégicas contra inimigos.

Cada mais vemos notícias sobre vazamentos de dados, roubo de informações e sequestro de dados. Essas narrativas nunca mais deixaram de existir devido a negligência humana em quesitos de segurança digital. A falta de busca por conhecimento sobre a tecnologia e uso correto da mesma alavanca mais ainda os riscos.

A primeira e principal dica de segurança é relaciona a Senhas, esse quesito é o principal causador de todos os problemas relacionados acima. A Senha é o recurso que valida o acesso a dados, ter sua credencial suficientemente segura envolve o uso de uma senha composta e que constantemente seja trocada. O uso de caracteres especiais e símbolos combinados com os caracteres alfa numéricos garante uma senha “acima da média”.

A segunda dica é relacionada a memorização da senha, normalmente as credenciais são anotadas em papel ou celular, esse procedimento não envolve problemas, deste que, logo, essa informação anotada seja descartada o quanto antes. E comum pessoas mal-intencionadas encontrarem senhas anotadas em dispositivos perdidos ou roubados além de senhas anotadas e coladas nas estacoes de trabalho. Então, assim que trocar a senha, anote, memorize e descarte a senha de forma fragmentada ou queimada.

A terceira dica é relacionada ao uso das senhas em sites, antes de digitar a sua senha, seja ela de uma rede social, sistema ou banco, verifique o ambiente onde você insere suas credenciais, ou seja, análise:

  • A aparência do site: se tem logo atual da empresa, banners e outras informações;
  • O endereço do site: se não tem abreviações, expressões erradas e nomes diferentes do site oficial;
  • e O cadeado de segurança.

A quarta dica é relacionada ao uso de aplicativos e programas instalados em seu dispositivo de uso comum, ou seja, os demais recursos instalados pelo usuário em seu celular ou computador. Muitas vezes o problema não se encontra no site que usamos e sim nos programas que estão sendo executados em paralelo no dispositivo. Aplicativos para smartphone são os campeões em fazer copias de informações de login quando são digitadas. Logo, evite a instalação de aplicativos de fontes não oficiais, opte por loja de aplicativos e por usar os recursos originais do smartphone. Isso vale para os programas de computador, o principal problema neste segmento são o uso de ativadores para possibilitar o uso de programas pagos de forma gratuita. Busque por programas que tem os mesmos recursos, porém que sejam oferecidos de forma gratuita.

A quinta dica pode ser vista como a mais importante por alguns, porém ela é complementar as ações acima, sem as ações das dicas anteriores a 5ª dica é ineficiente, então leve como auxiliador essa dica e não como solucionador. Referimos aqui aos programas de antivírus, não simplesmente um programa de segurança pós infecção, mas como um preventivo e analista. O uso de antivírus com recursos proativos de defesa garante segurança em tempo real. Opte por programas pagos principalmente nos dispositivos que envolvem acessos mais sensíveis.

A sexta e última dica é relacionada ao seu meio de conexão. Ou seja, como e através de que você se conecta ao recurso que você quer acessar. Neste caso, essa dica é sobre o uso de redes sejam elas wi-fi ou cabeadas. É muito tentador se conectar a qualquer wifi pois nele é disponibilizado uma conexão mais rápida tendo em vista os dados moveis de operadoras de telefonia. Porém o maior risco mora nesta atitude, qualquer rede que você não conheça por onde ela é disponibilizada deve ser tratada como hostil, em suma, não use, não se conecte. As redes são maleáveis aos pontos de serem capazes de operarem dispositivos de escuta e captura da dados de quem por ela navega. Sempre será mais seguro você usar a conexão da operadora.

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