Não repasse seu troco! Moeda do Mascote Tom esconde erro raro que colecionadores desejam



Existe uma moeda específica no Brasil que tem chamado atenção de muita gente: a moeda do mascote Tom. Popular entre colecionadores e curiosos, essa moeda de 1 real, comemorativa das Olimpíadas Rio 2016, pode valer até R$ 450.

Mas o que será que faz uma simples moeda subir tanto de valor? Conheça a resposta e descubra se alguma dessas preciosidades está guardada dentro de sua casa. Mas cuidado: não é qualquer moeda do mascote Tom que vale tudo isso. Tem um detalhe especial nela — e só quem conhece acaba lucrando alto no mundo da numismática!

O que são moedas raras?

Moedas raras não são aquelas antigas por si só, mas sim aquelas exemplares que, por algum motivo, possuem baixa quantidade disponível ou apresentam características pouco comuns.

A moeda do mascote Tom entrou nesta categoria por ser uma edição comemorativa, lançada em número limitado, o que a coloca na mira de quem gosta de colecionar e investir nesse segmento.

Estado de conservação

Para alcançar valores altos, a moeda do mascote Tom precisa estar bem preservada. Marcas, arranhões ou sinais de desgaste comprometem o interesse de colecionadores.

Quanto melhor for o estado, maior a chance de obter um preço alto. A escala de conservação pode ir de “Flor de Cunho”, que representa moedas praticamente intactas, até “Muito Bem Conservada”.

Por que algumas moedas do mascote Tom valem até R$ 450?

O segredo está em um “defeito de cunhagem”. Este erro é chamado de “reverso horizontal para a esquerda”. E só aparece quando a moeda é girada, revelando que o anverso (lado do valor e ano) surge apontando para o lado esquerdo ao invés de ficar de cabeça para baixo, como seria o correto.

Quando identificada, a moeda com esse defeito pode valer, no mínimo, R$ 450, variando conforme o estado de conservação e a procura.

Close frontal de uma moeda de 1 Real das Olimpíadas Rio 2016, focando no mascote Tom prateado e no aro dourado com a inscrição "Brasil".
Quando o anverso aponta para o lado esquerdo ao ser girada, a moeda do Tom atinge seu valor máximo. Imagem: De Olho no Troco

Tiragem e escassez: como a moeda do mascote Tom se tornou desejada

O Banco Central cunhou apenas 20 milhões de moedas do mascote Tom. Parece um número alto, porém considerando toda a população brasileira e o tempo decorrido desde 2016, é cada vez mais difícil encontrar um exemplar em bom estado.

Muitas já estão nas mãos dos colecionadores, algumas saíram do país e outras simplesmente se desgastaram com o uso no cotidiano.

Numismática: paixão, hobby e negócio

A numismática, a qual é o estudo e o colecionismo de moedas e cédulas, conquista públicos diferentes: desde filhos que herdaram acervos de avôs até jovens conectados que comercializam moedas raras em plataformas digitais.

O valor afetivo muitas vezes se mistura ao interesse financeiro, despertando um universo de vendas, trocas e grandes descobertas.

Como e onde vender sua moeda rara?

Identificou um exemplar raro na sua coleção e não sabe o que fazer? Existem comunidades, redes sociais especializadas, sites de leilão e até grupos de aplicativos que conectam quem busca por moedas raras.

O segredo é pesquisar e procurar locais seguros para negociar e garantir o recebimento. Para informações mais completas de onde vender moedas valiosas, recomenda-se acessar uma matéria do Notícias Concursos sobre como e onde vender moedas raras.

Por falar em oportunidades, confira também o vídeo abaixo que traz dicas para quem quer começar ou aprofundar o interesse pelas moedas comemorativas:

Explorar o universo das moedas é entender como a história e cultura podem se transformar em uma excelente oportunidade de investimento. Já imaginou se um tesouro, como a moeda do Mascote Tom, está agora mesmo no seu bolso ou esquecido naquele cofrinho antigo?

 

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